2) Epediente: políticas e normas

Sobre nossas práticas e as políticas editoriais, informamos aos leitores e leitoras que a RNHB adota o Code of Conduct and best Practice Guidelines for Journal Editors [1] do Committee on Publication Ethics (COPE).

 2.1) Cabe aos editores (Conselho Editorial Executivo e editores-chefes):

a) formular as políticas editoriais do periódico, responsabilizar-se pela organização do processo de edição e editoração e atentar-se às necessidades dos leitores, autores e demais colaboradores;

b) garantir a liberdade de expressão dos autores, leitores, editores e membros do Conselho Consultivo, mas não responsabilizam-se pelo conteúdo das publicações, sendo este de responsabilidade do(a) autor(a);

c) assegurar o funcionamento das atividades editoriais, os padrões intelectuais e éticos defendidos pelo periódico, como estão dispostos a realizar correções, esclarecimentos, retratações e desculpas.

2.2) Conselho Consultivo (Nacional e Internacional)

Os membros do Conselho Consultivo são pesquisadores nacionais e internacionais renomados, convidados pelo editores-chefes e membros do Conselho Editorial Executivo, com o intuito de contribuírem na avaliação das submissões que estejam dentro de sua área e tema de pesquisa, assim como devem:

a) ser doutores e vinculados a um Programa de Pós-Graduação (PPG) de uma universidade brasileira ou estrangeira;

b) atentar-se para as políticas editoriais da revista, comunicando aos editores-chefes sobre possíveis ações que não estejam em acordo com estas políticas adotadas;

c) atuar como embaixadores, apoiando e promovendo o periódico;

d) atentar-se às edições que são publicadas, tentando perceber problemas nos arquivos, capas, informações erradas ou equivocadas;

e) sugerir mudanças nas políticas editoriais da revista para o atendimento aos critérios internacionais e nacionais de indexação, avaliação e qualificação de periódicos;

f) recomendar novos membros para o Conselho Consultivo, contanto que atendam aos requisitos supracitados;

g) estimular a publicação de trabalhos científicos de pesquisadores renomados nacionais e internacionais;

h) aceitar o convite dos editores-chefes para coordenar dossiês temáticos, seguindo as normas de coordenação, e zelar pelo cumprimento do cronograma editorial.

2.2.1) Sobre as atividades como assessor(a) ad hoc: além dos aspectos observados em Informações específicas para autores e Normas para publicação, precisa atentar-se para:

a) as políticas editoriais do periódico;

b) a relevância e a originalidade da pesquisa;

c) possível comportamento de má conduta (plágio);

d) o uso de uma linguagem acadêmica e dentro da norma culta;

e) a entrega do parecer no prazo de 30 dias.

2.2.2) Sobre o conflito de interesse: as avaliações ocorrerão no modelo duplo-cego, no qual a identidade do autor e do(a) assessor(a) é resguardada. Os editores também recomendam que os assessores manifestem conflito de interesse (declaração no formulário eletrônico do OJS) quando o autor seja:

a) colega de departamento;

b) orientando acadêmico;

c) membro de projeto ou grupo de pesquisa;

d) do grupo familiar.

 [1] Segundo nota presente no documento, o Code of Conduct and best Practice Guidelines for Journal Editors combina as diretrizes originais do COPE (1999), do Código de Conduta (2003) e Diretrizes de Melhores Práticas (2007). Foi feita uma revisão mediante a várias consultas ao COPE, onde foi aprovada no dia 7 de março de 2011. Disponível em: https://publicationethics.org/files/Code_of_conduct_for_journal_editors_Mar11.pdf. Acesso em: 15 fev. 2022.